Total de acessos

Teste

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Estadão: Excesso de oferta para aluguel e venda aumenta crise no setor

Não estamos recebendo ligação de interessados, mesmo cortando o preço”, disse Katz. Faz 20 anos que ele abriu a imobiliária e, na sua opinião, esta é a pior crise que já enfrentou na região

A desaceleração da economia fez com que as empresas entregassem literalmente os pontos comerciais. Entre lojas, showrooms e escritórios, existe hoje uma infinidade de imóveis vagos para alugar ou vender nas Avenidas Engenheiro Luiz Carlos Berrini, Sumaré ou Rebouças, importantes corredores comerciais da cidade de São Paulo. 

A história se repete nos shoppings de luxo a céu aberto, como a Rua Oscar Freire, e no comércio popular, como o da Rua Clélia, na Lapa. O pano de fundo é a crise, que fez as empresas concentrarem as lojas para reduzir custos, especialmente nos setores mais afetados, como concessionárias de veículos. “A tendência é de que a vacância aumente cada vez mais no decorrer do ano, porque alguns varejistas vão sentir mais os efeitos da crise”, prevê Marcos Hirai, sócio­diretor da BG&H Real State, empresa especializada no setor imobiliário. No momento, ele acredita que o que está pesando mais para o crescimento no número de imóveis comerciais vagos em importantes corredores comerciais é a “mudança vocacional” das ruas e avenidas. 

Na imobiliária Lello, por exemplo, aumentou em 40% no primeiro trimestre a procura por locação de imóveis comerciais com aluguel mais barato. “Muitas empresas estão deixando imóveis mais caros e indo para os mais baratos para acomodar as estruturas”, conta a diretora comercial, Roseli Hernandes. 

Já no setor de grandes lajes corporativas, a vacância é alta porque há uma grande oferta. Segundo a Cushman & Wakefield, consultoria em serviços imobiliários, a vacância, que tinha fechado 2014 em 20,2%, subiu para 24% no 1.º trimestre. “O mercado de escritórios tem um ciclo longo e estão sendo entregues hoje projetos iniciados em 2010. Mas a realidade mudou”, diz Eduardo Zylberstajn, pesquisador da Fipe. Mark Turnbull, diretor de locação do Secovi­-SP, diz que, por conta desse cenário, as negociações de preços ficaram mais flexíveis. 

Há dois anos esperando comprador, empresário desabafa "não está fácil"
Faz dois anos que o imóvel localizado na altura do número 3.000 da Avenida Rebouças, um dos principais corredores comerciais de São Paulo, está à espera de um comprador. O preço pedido pelo grupo SHC, do empresário Sergio Habib, dono do imóvel, é R$ 25 milhões. Na área de 3 mil metros quadrados funcionava uma revenda de carros da Citroën, uma das primeiras da marca no País. 

Com a queda nas vendas de veículos no mercado brasileiro, que só de carros e comerciais leves encolheu 3% entre 2012 e 2013, a loja ficou inviável. A empresa tentou manter presença na avenida com uma loja menor, localizada no número 2.700. Mas essa tentativa também não deu certo. Só neste ano, 250 revendas fecharam no País, segundo a Fenabrave. 

No caso da revenda da Citroën, além da fraqueza do mercado, houve um agravante. Pela lei do zoneamento, os estabelecimentos da Avenida Rebouças só podem funcionar como showroom e não é permitido emitir nota fiscal de venda. “Nessas condições, a operação não valia mais a pena pois os custos ficaram elevados”, disse o diretor de expansão do grupo, Eduardo Cambraia. Ele contou que há interessados no imóvel, mas admitiu que o mercado imobiliário não está fácil. 

Sem baixar os preços, sem negócios
A resistência dos proprietários em não baixar preço tem dificultado o fechamento de contratos de locação e compra/venda, diante de um mercado imobiliário com muitas ofertas na cidade de São Paulo, tanto para alugar como para vender estabelecimentos comerciais. Faz quase um ano que o imóvel localizado na altura do número 2.700 da Avenida Rebouças, um dos principais corredores comerciais da capital paulista, aguarda um comprador ou um inquilino. 

A reportagem apurou que apareceram muitas propostas para comprar o imóvel nos últimos tempos, especialmente de investidores. Mas as negociações não avançaram porque as ofertas foram bem menores em relação ao preço pedido. 

Mensagem inusitada para atrair clientes 
Quem passa pela Rua Doutor Melo Alves na frente do número 453, no bairro paulistano dos Jardins, se surpreende com uma mensagem colocada logo abaixo de uma placa de aluga-­se: “Sou um ponto comercial excelente! Quer me conhecer? É só tocar a campainha na Rua Dr. Melo Alves n.º 433”.

Apesar da mensagem inusitada para chamar a atenção, a loja está vaga faz oito meses e sem candidatos a inquilinos. “A ideia de colocar essa mensagem foi da corretora. Vale tudo para chamar atenção”, contou o proprietário da imobiliária Khondo, Hélio Katz, responsável pela locação. 

O imóvel de 140 metros quadrados já foi ocupado por duas lojas de grife do setor de moda, que sentiram o impacto da crise e não conseguiram pagar o aluguel por causa da queda nas vendas. O último inquilino desembolsava cerca de R$ 15 mil por mês para ocupar a loja. Agora, o preço pedido é R$ 12 mil, sem luvas, que é um valor adicional pelo ponto comercial. E, mesmo assim, faltam interessados.“Não estamos recebendo ligação de interessados, mesmo cortando o preço”, disse Katz. Faz 20 anos que ele abriu a imobiliária e, na sua opinião, esta é a pior crise que já enfrentou na região.

(Estadão - Notícias - Geral - 16/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

terça-feira, 26 de maio de 2015

Veja: Com imóveis encalhados, construtoras tentam estancar perdas

Por Estadão

De janeiro a março, o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis recuou pela primeira vez desde 2002 [...] Com este cenário, a agência de risco Fitch calcula que o volume de distratos deve atingir os 7 bilhões de reais neste ano

O lema deste ano entre as incorporadoras imobiliárias é sobreviver. Endividadas com milhares de imóveis encalhados, as empresas se viram obrigadas, nos últimos meses, a lidar com uma nova variável: a falta de crédito para construir e para que seus clientes consigam concretizar a compra da casa própria. A expectativa é de que o governo federal divulgue em breve um pacote de medidas para destravar o financiamento imobiliário. Enquanto o socorro de Brasília não vem, as companhias estão buscando alternativas para estancar as perdas.

A meta é evitar, a todo o custo, que os clientes (mesmo os que tiveram o financiamento negado pelo banco) devolvam os imóveis. Os chamados "distratos" são duplamente negativos para as construtoras, que podem ter de brigar na Justiça para reter o dinheiro já recebido como pagamento do imóvel e somar mais um produto parado no estoque, gerando gastos.

A saída encontrada por algumas delas tem sido facilitar a troca de imóveis dentro da carteira de produtos da construtora. "Essa prática sempre existiu, mas nunca foi fomentada pelas companhias", diz Bruno Vivanco, vice-presidente comercial da imobiliária Abyara Brasil Brokers. "Agora, isso está sendo incentivado porque ninguém, neste momento, quer perder clientes."

Dívidas e estoques bilionários
Com dívida de 6,3 bilhões de reais e distratos que somaram 254 milhões de reais no primeiro trimestre, a PDG é uma das mais agressivas na estratégia de troca de imóveis. A empresa criou um departamento de retenção, cujo foco é atender os clientes com esse tipo de proposta. No escritório da empresa em São Paulo, o corretor Alexandre Matsui tem feito, em média, uma troca por semana. "Estou no mercado há seis anos e nunca tinha visto um movimento desse tipo. Antes, eu convencia o cliente a comprar. Agora, eu tenho de convencê-lo a trocar."

Na PDG, há casos de investidores que substituíram o financiamento de três imóveis pelo de um, ou de uma aposentada que trocou um apartamento de 6 milhões de reais por outro de 1 milhão de reais, no Rio, para garantir o crédito com o banco.

Outra empresa atingida pela crise, a Gafisa lançou neste mês uma campanha publicitária com o mote "Risco Zero" em que facilita a troca de unidades, suspende por seis meses o pagamento das parcelas se o cliente ficar desempregado e devolve a diferença, caso o imóvel vendido seja anunciado por um preço mais baixo. A estratégia visa reduzir o nível de imóveis em estoque, que acumulou 2,1 bilhões de reais no primeiro trimestre deste ano.

"As empresas estão usando a criatividade", diz Eduardo Luque, sócio da PwC Brasil. "Quanto mais tempo demorar para melhorar o acesso a crédito, mais elas serão penalizadas." 

De janeiro a março, o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis recuou pela primeira vez desde 2002. Foram liberados cerca de 24 bilhões de reais, queda de 4,6% em um ano. Na contramão, a poupança acumulou saque de 29 bilhões de reais até abril. Mantido o mesmo ritmo de retiradas, a projeção para 2015 indica saída líquida de 74 bilhões de reais ou 60% do financiamento imobiliário feito em 2014, de 112 bilhões de reais. Com este cenário, a agência de risco Fitch calcula que o volume de distratos deve atingir os 7 bilhões de reais neste ano.

(Revista Veja - Notícia - Economia - 25/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Folha: Editorial aborda a crise no setor imobiliário

A luta se concentra em reduzir os altos estoques, algo difícil no contexto de falta de crédito e célere aumento dos distratos

Entre os muitos setores afetados pela crise econômica, poucos são atingidos tão em cheio pela tempestade perfeita quanto a construção civil, prejudicada pelo colapso da confiança (em especial quanto à manutenção do emprego) e pela falta de financiamento de longo prazo para aquisição de imóveis. 

Será o pior ano em mais de uma década; analistas esperam queda de até 5,5% no PIB da área. Entre as 13 maiores incorporadoras, 6 travaram novos negócios; no primeiro trimestre, o lançamento de novos empreendimentos caiu 57% em relação ao mesmo período de 2014. 

A luta se concentra em reduzir os altos estoques, algo difícil no contexto de falta de crédito e célere aumento dos distratos – quando a transação é cancelada, por exemplo, porque o consumidor não conseguiu se enquadrar nos critérios dos bancos para obter financiamento, ora mais rigorosos. 

A redução de atividade no setor alterou a dinâmica de preços. Após vários anos de alta acelerada, em várias capitais eles já nem acompanham a inflação. 

No segmento residencial, o maior problema está na falta de recursos na principal fonte para o financiamento, os depósitos da poupança –65% dos saldos são direcionados por lei para o Sistema Financeiro da Habitação, que banca imóveis de até R$ 750 mil. 

Isso ocorre porque o aumento da taxa básica de juros (de 7,25%, em abril de 2013, para 13,25% atualmente) torna as aplicações na poupança pouco atraentes. 

Não por acaso, houve resgates de R$ 30 bilhões nos primeiros quatro meses do ano. Trata-­se de inversão notável em relação ao padrão vigente de 2011 ao fim de 2014, quando o volume das aplicações subiu R$ 240 bilhões. 

Na prática, a escassez obrigou a Caixa Econômica Federal, que detém 70% do mercado, a dificultar o acesso a novos empréstimos. Nos últimos meses, o banco subiu os juros e cortou drasticamente a parcela máxima financiada em imóveis usados, embora tenha mantido as condições para os programas de moradia de baixa renda. 

O governo estuda paliativos para defender o segmento de menor poder aquisitivo, mas será difícil amortecer o impacto, pois simplesmente não há dinheiro suficiente. 

No fundo, o problema de sempre permanece: a crônica tendência aos juros altos, que inviabiliza a formação de um mercado de crédito de longo prazo e mantém a dependência de recursos subsidiados, sempre mais restritos e sujeitos a súbitas interrupções. 

A tarefa essencial do governo, portanto, é arrumar suas contas e derrotar a inflação. Enquanto os juros não caírem bem abaixo de 10% e lá permanecerem, não se desenvolverá um padrão sustentável de financiamento imobiliário

(Folha de São Paulo - Opinião - Editorial - 20/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Valor: Feirão com 5 mil imóveis vende apenas 168 unidades

Na primeira edição, realizada em novembro, 1.500 pessoas se interessaram em conhecer os 5 mil imóveis que estavam à venda e apenas 168 unidades foram comercializadas 

Para se desfazer dos estoques e abrir espaço para lançamentos, as 15 principais construtoras do Rio de Janeiro voltam a se reunir, neste fim de semana, em um mega evento, com forte investimento em marketing e promessa de manutenção das antigas condições de financiamento ­ mesmo sem a participação da Caixa Econômica Federal (CEF). A iniciativa, coordenada pela Patrimóvel, é a segunda em menos de seis meses com esse perfil e prevê 11 anúncios de televisão e 500 mil ofertas ativas via telemarketing. 

O presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos, espera que o evento seja um "divisor de águas" no difícil ano de 2015. Na primeira edição, realizada em novembro, 1.500 pessoas se interessaram em conhecer os 5 mil imóveis que estavam à venda e apenas 168 unidades foram comercializadas. Desta vez, são esperadas entre 3 e 4 mil pessoas para uma oferta de 10 mil imóveis em 75 empreendimentos.

Para Vasconcelos, a venda desse estoque será determinante para destravar o mercado. O executivo conta com a volta dos investidores, atraídos por preços ajustados. Além disso, como são empreendimentos com financiamento já aprovado por bancos privados, ele diz acreditar que haverá condições de crédito melhores do que as que começaram a vigorar recentemente. 

Estoques atrapalham a formação de "novos preços"
Embora o mercado tenha voltado a fazer lançamentos, mesmo em um ritmo menor do que no passado, Vasconcelos diz que o estoque atrapalha porque as construtoras não conseguem formar preços novos que sejam competitivos. "Os lançamentos estão em compasso de espera porque as construtoras não conseguem chegar a um preço menor que o dos imóveis que já estão no mercado", explica. 

Segundo o diretor da empresa Calper, Carlos Henrique Blecher, como as construtoras ficaram muito tempo sem fazer lançamento, o carregamento dos terrenos acaba onerando a Taxa Interna de Retorno (TIR) dos empreendimentos. A solução é vender o terreno para não ter de reconhecer o impacto. 

Blecher explica que a conjuntura afeta principalmente as construtoras de capital aberto. Para a Calper, trata­se de uma oportunidade, já que a joint­venture garantirá até R$ 50 milhões para a compra de novos terrenos. "É uma notícia boa em um momento ruim. Estamos nos reposicionando, mas sem alavancagem", diz, explicando que seu primeiro lançamento no ano, previsto para junho, na Freguesia, será em um terreno da MVL. 

A Calper passou de um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 600 milhões em 2013 para R$ 140 milhões no ano passado, quando fez apenas um lançamento. 

(Valor Online - Empresas - 20/05/2017)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Valor: Lucro das incorporadoras desaba quase 100%

O desempenho das incorporadoras de imóveis no primeiro trimestre refletiu as dificuldades que o setor vem atravessando, provocadas pela escassez e encarecimento do crédito. De janeiro a março, o resultado líquido consolidado das companhias de capital aberto caiu 97,9% quando comparado ao mesmo período do ano passado. A receita líquida teve retração de 14,5% por causa da redução nas vendas e do crescimento nos distratos. As companhias fizeram lançamentos no total de R$ 1,74 bilhão, 68,4% menos que no mesmo período de 2014. As vendas líquidas recuaram 37%, para R$ 4,23 bilhões, pressionadas pelas rescisões.

(Valor Online - Empresas - 19/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Portal G1: Bolha faz aluguéis terem a 11ª queda real consecutiva

Os preços do aluguel em nove cidades brasileiras tiveram queda real de 6,6% entre abril deste ano e o mesmo mês de 2014, informou nesta sexta-feira (15) o Índice FipeZap de Locação.

Essa foi a 11ª queda real consecutiva na base de comparação em doze meses. Curitiba e São Bernardo do Campo mostraram as maiores quedas.

Na comparação com março deste ano, o Índice FipeZap de Locação também ficou abaixo da inflação em abril. 

Os preços anunciados para locação considerados para o cálculo do índice são para novos aluguéis. Ou seja, o Índice FipeZap de Locação não mede a variação dos contratos vigentes (normalmente reajustados automaticamente pelo IGP-M/FGV ou por outros índices de correção).

Assim, mostra de forma mais dinâmica como a demanda e a oferta por moradia estão se relacionando. Em abril, pelo quinto mês seguido, o aumento do preço de locação foi menor que a variação do IGP-M/FGV na variação de 12 meses.

Além disso, ao comparar o preço de locação com o de venda dos imóveis, é possível ter uma medida da rentabilidade para o investidor que opta por locar seu imóvel. Essa medida é importante para avaliar se o mercado imobiliário está mais ou menos atrativo em relação a outras opções de investimento.

Preços em queda
Os valores anunciados pelos imóveis em 20 cidades brasileiras ficaram abaixo da inflação pelo quarto mês em abril, apontou o Índice FipeZap de abril. O reajuste foi de 5,25% nos últimos 12 meses, enquanto o IPCA no mesmo período subiu 8,16%.

(Portal G1 - Economia - Notícia - 15/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

terça-feira, 19 de maio de 2015

Valor: Prejuízo de gigante do mercado imobiliário aumenta em 85%

A Brookfield Incorporações registrou um prejuízo atribuído aos sócios da empresa controladora de R$ 138,3 milhões no primeiro trimestre, ampliando em 85% as perdas de R$ 74,8 milhões de igual período de 2014. 

A receita líquida da companhia somou R$ 469 milhões de janeiro a março, queda de 17% na comparação anual, devido a menor volume de vendas no trimestre e reversão de receita de R$ 14 milhões relacionada ao processo de revisão de orçamentos de obra realizado no trimestre. 

As vendas contratadas da Brookfield totalizaram R$ 327 milhões, redução de 16% em comparação ao mesmo período de 2014, devido à redução na demanda por imóveis no início de 2015. A companhia não realizou lançamentos no trimestre. 

O estoque a valor de mercado ao fim de março apresentou redução de 5% em relação ao quarto trimestre, totalizando R$ 2,65 bilhões. Os distratos totalizaram R$ 248 milhões, aumento de 11% e 39% em relação ao quarto trimestre e igual período de 2014, respectivamente. 

(Valor Online - Empresas - 15/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Folha - Ascensão e queda: Construção deve ter pior ano desde 2003

"Chegamos ao fundo do poço, mas a tendência é de uma retomada na sequência", diz José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção

A construção civil enfrenta seu pior momento em mais de dez anos, depois de um período de crescimento acelerado, em que foi beneficiada pela expansão do crédito e da renda e por programas de investimento do governo. 

A alta dos juros, aliada a uma retração dos gastos públicos, abalou a demanda por imóveis e empreendimentos de infraestrutura (veja gráfico abaixo). Nos últimos meses, o quadro foi agravado pela fuga de recursos da poupança, principal fonte de financiamento para moradia. 

Pior desempenho desde 2003
Neste ano, o PIB do setor vai encolher 5,5%, no pior desempenho desde 2003, projeta Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da FGV/Ibre. Segundo a economista, a retração, se confirmada, vai gerar uma queda de 0,3 ponto percentual do PIB nacional. 

"Com o fim do ciclo de crescimento que teve seu auge em 2012, já haveria um ciclo de ajustes. Com o cenário econômico mais complicado, esse ajuste pode se prolongar." 

Setor é um dos líderes em demissões
Se há pouco mais de um ano a construção civil era vista como um símbolo dos gargalos de crescimento do Brasil, dada a escassez de mão de obra especializada no setor, hoje é um dos setores que lideram as demissões no país. 

Nos primeiros três meses do ano, as construtoras cortaram 50 mil vagas formais de trabalho. Em 12 meses, foram 250 mil postos fechados. 

No primeiro trimestre, os empréstimos com dinheiro da poupança tiveram a primeira queda para o período desde 2002. A Caixa, maior agente financeiro na área, elevou o percentual de entrada para obtenção desses empréstimos e colocou os clientes interessados em uma fila de espera. 

Os juros subiram de 7% para 9% anuais nos últimos dois anos. O valor dos imóveis, que aumentaram acima de inflação entre 2006 e 2011, apresentou rentabilidade abaixo do índice de preços ao consumidor nos 12 meses até fevereiro. 

Fundo do poço
Economistas e construtoras não preveem crescimento das contratações até o fim do ano. A avaliação é que o mercado vai seguir em dificuldade enquanto durar a fase mais austera do ajuste fiscal e monetário do governo. 

Depois, é esperada uma retomada dos financiamentos, em ritmo menor que o verificado entre o fim do governo Lula e o início do de Dilma. 

"Chegamos ao fundo do poço, mas a tendência é de uma retomada na sequência", diz José Carlos Martins, presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), destacando a importância de o governo definir o quanto antes investimentos que pretende fazer no Minha Casa, Minha Vida e também regras para as novas concessões. 

O governo deve lançar em julho mais uma etapa do Minha Casa, Minha Vida. Também estão em estudo medidas para destravar financiamentos habitacionais para as classes média e alta. 

O diretor executivo da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), Renato Ventura, diz que a recuperação vai depender do fim do ajuste promovido pelo governo e da melhora nas condições de crédito e na confiança do consumidor. 

"Em algum momento esse ciclo vai se reverter. A demografia do país faz com que seja necessário construir mais imóveis. Tem gente que acha que será no segundo semestre e gente que acha que vai demorar um pouco mais." 

Os executivos defendem a adoção de medidas emergenciais, como a liberação de parte do dinheiro da poupança retido no BC (compulsório) e o uso do FGTS para imóveis acima do limite de R$ 190 mil, neste momento mais difícil. 

Enquanto isso, esperam mais demissões e redução da oferta de crédito e de imóveis. Descartam, no entanto, uma crise de queda de preços, quebra de empresas ou estouro de inadimplência. 



(Folha de São Paulo - Mercado - 17/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O Globo - Travou de vez: Já falta dinheiro para a casa própria na Caixa

Não bastasse o aumento da taxa de juros e a redução do limite de financiamento, também já começam a faltar recursos para o crédito imobiliário em algumas agências da Caixa Econômica Federal

Em duas de sete agências visitadas pelo GLOBO no Rio e em São Paulo, nos últimos dois dias, os gerentes informaram que não poderiam conceder novos empréstimos por falta de dinheiro. Em outras duas, tinha havido falta de recursos, mas a situação já estava normalizada.

- Não temos verba para financiar imóveis. E não sabemos quando vamos ter de novo - afirmou na terça-feira a gerente de atendimento de uma agência da região central de São Paulo.
Em outra agência da cidade, a informação foi semelhante.

- A Caixa nesse momento não tem recursos para esse financiamento (pelo SFH com recursos da poupança).

Numa terceira, a informação foi de que a aprovação do financiamento dependeria do "fluxo de empréstimos" na época em que a documentação fosse entregue e, nas outras duas, a concessão estava normal.

Segundo gerentes, a Caixa estabeleceu este ano um orçamento de crédito imobiliário para cada agência. Em algumas delas, o dinheiro acabou, mas depois houve uma redistribuição de verbas de outras agências.

- Nossa verba para financiar imóveis no primeiro semestre acabou em abril. Tivemos alguns dias difíceis, mas depois a superintendência começou a reorganizar os recursos entre as agências. Quem está com mais pedidos pega recursos com quem tem menos demanda. Agora, não há riscos de não ter dinheiro - afirmou o gerente de uma agência na Zona Sul do Rio.

Já na Zona Norte do Rio, um gerente da Caixa confirmou que faltou dinheiro para a casa própria há alguns dias, mas agora a concessão está normal.

O sonho quase acabou
A falta de verba quase acabou com o sonho da casa própria da engenheira Christiany Goulart. Com horário marcado para assinar o contrato de crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal às 14h do dia 29 de abril, ela recebeu um telefonema do gerente pela manhã, avisando que não havia mais dinheiro para o financiamento. Como havia apenas mais um dia útil com as regras antigas, seu contrato teria que ser incluído nas novas regras, com juros mais altos. E a entrada, que era de 20% do valor do imóvel, passaria para 50%.

Eu já tinha pago R$ 12 mil de imposto (ITBI) e, na hora, pensei que nunca mais conseguiria comprar minha casa própria. Minha parcela do financiamento aumentaria em R$ 2 mil e eu não teria condições de pagar.

Para tentar reverter a situação, ela foi à agência com o marido e os vendedores, que passaram das 14h às 19h no local. O gerente começou a ligar de agência em agência em busca dos recursos para garantir o financiamento. No dia seguinte, voltaram à agência e ficaram mais três horas, das 10h às 13h. Conseguiram assinar o contrato no último dia de vigência das regras antigas.

A expectativa dos gerentes é que, com a exigência de entrada maior, a procura por empréstimos caia e pare de faltar dinheiro. Procurada, a Caixa informou que não há limite de orçamento e que o crédito imobiliário está sendo oferecido normalmente.

(O Globo - Economia - 14/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Valor: Maior imobiliária do País amarga queda nas vendas e nos preços

De acordo com o diretor de relações com investidores, a Lopes tem adotado estratégias para venda de unidades remanescentes que combinam "preço abaixo do valor médio do mercado" e suporte ao financiamento ao cliente nas proximidades da entrega das chaves

A retração das vendas de imóveis pela Lopes, no primeiro trimestre, foi superior à esperada pela companhia, segundo o diretor financeiro e de relações com investidores, Marcello Leone. As vendas tiveram queda de 28%, incluindo unidades novas e usadas. A velocidade de comercialização medida pelo indicador VSO (vendas sobre oferta) foi de 7,8%, ante 10% no primeiro trimestre de 2014. 

"Há contração da demanda, causada pela insegurança do consumidor em função da situação do país", diz o executivo. Segundo Leone, o número de visitas aos plantões não caiu, os acessos ao site estão próximos aos de 2014, mas a taxa de conversão em vendas está menor. A Lopes comercializou R$ 1,83 bilhão em imóveis novos e R$ 566,99 milhões em usados, com quedas de 24% e 37%, respectivamente. 

O executivo conta que, no segundo trimestre, "está sentindo o mercado semelhante ao do primeiro trimestre". 

Os lançamentos encolheram 41%. Houve redução nos novos projetos lançados por incorporadoras de capital aberto e fechado. "As incorporadoras só colocam no mercado produtos em relação aos quais têm certeza maior de localização, qualidade e preço por metro quadrado", afirma Leone. 

Preços em queda 
Segundo o executivo, os lançamentos deste ano terão preço médio abaixo dos de 2014. Em relação aos imóveis usados, o preço fechado tem ficado próximo ao valor pedido, de acordo com o diretor de relações com investidores. Do total vendido no primeiro trimestre, 70% se refere a estoques. De acordo com o diretor de relações com investidores, a Lopes tem adotado estratégias para venda de unidades remanescentes que combinam "preço abaixo do valor médio do mercado" e suporte ao financiamento ao cliente nas proximidades da entrega das chaves. 

Queda nas vendas e prejuízo milionário
A queda das vendas do primeiro trimestre se refletiu em redução de 29% da receita líquida. A Lopes teve prejuízo líquido de R$ 13,68 milhões, ante o lucro líquido de R$ 6,2 milhões dos três primeiros meses de 2014. A geração de caixa medida pelo Ebitda foi negativa em R$ 9,3 milhões no primeiro trimestre, ante o valor positivo de R$ 10,95 milhões de um ano antes. 

O Ebitda negativo resultou, principalmente, dos R$ 63 milhões em custos e despesas da companhia do primeiro trimestre. A meta para o indicador em 2015 é de R$ 220 milhões. O valor do trimestre excedeu a fatia correspondente à média proporcional à meta para o ano devido a custos de reestruturação, incluindo despesas como as de rescisão de funcionários e de fechamento de lojas. 

(Valor Online - Empresas - 12/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Portal R7: Em crise, setor ainda nega a bolha, mas assume queda dos preços

"Nunca vivemos uma bolha imobiliária no Brasil, mas a falta de funding pode fazer com que soframos as mesmas consequências", afirmou um executivo de uma instituição financeira

A falta de recursos para financiamentos imobiliários pode levar, em última consequência, a uma crise imobiliária. "Nunca vivemos uma bolha imobiliária no Brasil, mas a falta de funding pode fazer com que soframos as mesmas consequências", afirmou um executivo de uma instituição financeira.

Para ele, o preço dos imóveis novos e usados deve baixar nesse período de restrição. Se o valor do imóvel financiado chegar a ser menor do que as prestações que faltam para quitá-lo, a tendência é que os mutuários deixem de pagar os empréstimos.

De imediato, o setor da construção civil já sofre as consequências: demitiu de outubro do ano passado a março deste ano 270 mil pessoas. "Sofremos com essa indefinição total", afirma o presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Construção Civil), José Carlos Martins.

O segmento aguarda as novas condições das próximas etapas do Minha Casa Minha Vida e do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) — que também estão paralisados por falta de recursos.

A última preocupação, segundo Martins, é a proposta protocolada na Câmara dos Deputados de alterar o índice de correção do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) de 3% ao ano mais TR (taxa referencial) para o índice da poupança (6,17%).

Se aprovada a proposta, haverá reajustes nos juros cobrados nos financiamentos do Minha Casa, inferiores aos praticados no mercado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Portal R7 - Notícias - Economia - 12/05/2015)
 VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

terça-feira, 12 de maio de 2015

Portal Terra: Vendas caem 27,4% e lançamentos despencam 72,3%

Os lançamentos de imóveis residenciais somaram 773 unidades, queda de 72,3% sobre o mesmo mês do ano anterior

As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo caíram 27,4% em março na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou o sindicato da habitação (Secovi-SP). 

"O mercado imobiliário apresentou reação de vendas no mês de março em relação a fevereiro, mas ainda está aquém do ano passado", disse o Secovi, citando o recuo da confiança do consumidor e dos empresários, além do aumentos dos juros para o financiamento imobiliário. 

Queda de 72,3%
Os lançamentos de imóveis residenciais somaram 773 unidades, queda de 72,3% sobre o mesmo mês um ano antes. Na comparação com fevereiro, houve queda de 11,4%, segundo dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), citados pela entidade.  

Segundo o Secovi, a somatória das vendas dos municípios vizinhos foi 12,7% maior do que a da capital, "o que demonstra que o mercado no entorno apresenta bom desempenho e que isso pode ser explicado, em parte, pelo ticket médio praticado de R$ 349 mil, valor bem abaixo da média da cidade de São Paulo", disse a entidade.

(Portal Terra - Economia - 11/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Portal G1: Coordenador FipeZap diz que queda dos preços vai continuar

“Com menos demanda, menos gente capaz de comprar um imóvel, você tem uma pressão negativa nos preços. A tendência é que a gente continue vendo esse movimento de queda”, diz Eduardo Zylberstajn, coordenador da pesquisa FipeZap

Pela primeira vez em seis anos, o preço médio dos imóveis usados ficou abaixo da inflação.

Os preços dos imóveis usados em 20 cidades brasileiras tiveram correção média de 5,25% nos últimos 12 meses, até abril. A inflação nesse período foi bem superior: acima de 8%.

Reduziu o preço duas vezes e, até hoje, nenhuma proposta
Um apartamento de três dormitórios. Um deles, suíte. Mais um espaço junto ao lavabo, normalmente usado como escritório. Uma boa sala, com dois ambientes, que na verdade se prolonga em um terceiro, a varanda gourmet, muito procurada, hoje em dia. No total, 110 m². Mais duas vagas na garagem, piscinas, quadras, academia, salões de festas. Difícil é vender. Pelo menos pelo preço que o dono tem pedindo.

Fernando começou pedindo R$ 950 mil, há seis meses. Há dois, baixou para R$ 900 mil. Agora, já fala em R$ 850 mil. Até hoje não teve nenhuma proposta concreta, diz o corretor.

“Se chegar com dinheiro, dá pra fazer negócio sim, eu dobro ele”, diz o corretor do apartamento.

Desaceleração segue mesma lógica da valorização
Segundo o coordenador da pesquisa da Fipe, a valorização dos imóveis foi mesmo acelerada nos últimos anos, no ritmo da economia. Agora, a desaceleração segue a mesma lógica. E a pesquisa, encerrada em abril, ainda nem refletiu a restrição ao crédito imobiliário anunciada pela Caixa Econômica Federal.

“Com menos demanda, menos gente capaz de comprar um imóvel, você tem uma pressão negativa nos preços. A tendência é que a gente continue vendo esse movimento de queda”, diz Eduardo Zylberstajn, coordenador da pesquisa FipeZap.

(Portal G1 - Jornal Nacional - Notícia - 08/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK

sexta-feira, 8 de maio de 2015

O Tempo: Setor deve ter segundo ano negativo consecutivo, diz FGV

Segundo projeções da Fundação Getulio Vargas (FGV), o setor deve terminar 2015 com uma retração de 5,5%, o que será o segundo ano negativo consecutivo

A recente restrição do limite de financiamento anunciada pela Caixa Econômica Federal para imóveis usados pode incentivar a procura por novos. Mas, nem essa medida deve salvar a construção civil de fechar o ano no vermelho. Segundo projeções da Fundação Getulio Vargas (FGV), o setor deve terminar 2015 com uma retração de 5,5%, o que será o segundo ano negativo consecutivo. No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) da construção teve queda de 2,6%.

O vice-presidente da área imobiliária do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Lucas Guerra Martins, afirma que o PIB do setor já vem sendo impactado há muito tempo. “A principal causa são as paralisações das obras públicas, principalmente as do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as ligadas à Petrobras”, afirma.

Segundo Martins, para custear essas obras, o governo precisa recorrer a recursos do Tesouro Nacional e, como está faltando dinheiro, isso acaba atrasando os pagamentos e as obras. “Esse é o maior problema do setor, muito mais do que a questão predial”, diz Martins, referindo-se a construção de imóveis residenciais e comerciais.

Momento de readequação
Na avaliação do vice-presidente do Sinduscon, embora as recentes medidas restritivas da Caixa Econômica incentivem a compra de imóveis novos, elas não vão gerar um estímulo imediato a novas construções. “As pessoas ainda podem recorrer aos bancos privados para financiar a casa própria. Estamos passando por um momento de readequação e o governo vai ter que criar soluções para o mercado imobiliário. Na minha opinião, a saída é tornar a poupança mais atrativa”, ressalta. A poupança é uma das fontes de recursos para empréstimos imobiliários.

A geração de empregos já foi afetada. No primeiro trimestre deste ano, ao invés de criar vagas, foram cortadas 53,75 mil no país e 2.131 em Minas.

Vendas de material de construção também em queda
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais da Construção (Abramat), o faturamento do setor registrou queda de 13,9% nos dois primeiros meses deste ano.
(O Tempo - Capa - Economia - 08/05/2015)

VEJA VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI NO BLOG OU PELO LINK