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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Estadão: Venda de imóveis em julho cai 56% em relação a 2013

Contribuição do leitor Célio de Sousa

A venda de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo apresentou queda de 31,3% na comparação com o mês de junho. Já em relação a julho de 2013, o recuo foi de 56%. 

Os dados constam na Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário Residencial, realizada mensalmente pelo departamento de Economia e Estatística do sindicato.

Em valores comercializados, o montante em julho teve queda de 31,5% em relação ao mês anterior. Ante julho de 2013, o recuo chegou a 59%.

Lançamentos em queda livre 
O Secovi também divulgou que a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) registrou em julho um decréscimo de 59,7% nos lançamentos, comparado a junho.

"Tradicionalmente fraco"
Em nota enviada à imprensa, o economista-chefe do Sindicato, Celso Petrucci, destacou que julho é tradicionalmente um mês de movimento fraco para o mercado imobiliário. "E ainda foi impactado pelos baixos índices de confiança do consumidor e dos empresários, além das incertezas quanto ao futuro da economia e em relação ao próximo governo", comentou Petrucci.

(Estadão - Notícias - Geral - 15/09/2014)

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Estadão: Incorporadoras têm R$ 29 bi em imóveis encalhados

Contribuição do leitor Célio de Sousa

Após vários anos de euforia do mercado imobiliário, as incorporadoras passam por uma fase de dificuldade nas vendas, tendo que aumentar os esforços para liquidar os estoques de imóveis 

Entre junho de 2013 e junho de 2014, o estoque subiu 16%, considerando dados de oito das maiores incorporadoras do País (Cyrela, PDG, Gafisa/Tenda, MRV, Rossi, Direcional, Eztec e Even). 

Nesse período, o valor de mercado das unidades não vendidas passou de R$ 25,1 bilhões para R$ 29 bilhões, de acordo com apuração do Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, a partir de levantamento do banco JPMorgan.

O estoque mais alto reflete a queda na velocidade de comercialização das unidades, impactada pelo ambiente ruim da economia brasileira, com inflação alta, crédito mais restrito e menor confiança dos consumidores.

Além disso, a situação foi agravada pelos cancelamentos de vendas. Os chamados “distratos” acontecem principalmente no fim das obras, quando o cliente que adquiriu o imóvel na planta é repassado para o banco, onde obterá financiamento para quitar a dívida com a incorporadora. No entanto, muitos compradores não conseguiram o crédito, porque os bancos estão mais rígidos na concessão, ou porque a dívida ficou alta demais após as correções contratuais, superando a capacidade de pagamento dos consumidores.

Situação vai se complicar ainda mais
De acordo com o analista de construção civil do JPMorgan, Marcelo Motta, a tendência é de alta nos estoques nos próximos meses. “Ainda estamos num momento em que as empresas estão com dificuldades para vender”, afirmou. “E os distratos vêm crescendo pelo que vimos na apresentação dos balanços das companhias.”

Conforme apurou o Broadcast, empresários do setor têm redobrado a cautela ao lançar novos empreendimentos, já contando com a concorrência de um “estoque oculto”. Como há muitas obras prestes a serem concluídas, a expectativa é de que cerca de 10% a 15% das unidades já vendidas acabem voltando para os estoques no curto prazo, em função de prováveis distratos quando o cliente for repassado para os bancos.

A pressão para as empresas agilizarem as vendas é agravada pelo alto volume de imóveis prontos. O levantamento do JPMorgan mostra que, do estoque total, 13,7% são apartamentos prontos e 35,7% serão finalizados até o fim de 2015.

Imóvel encalhado, prejuízo dobrado
O problema é que, quando as unidades são concluídas, passam a gerar gastos de manutenção e condomínio, corroendo a lucratividade das incorporadoras.

O coordenador do Núcleo de Mercado Imobiliário da Universidade de São Paulo (USP), João da Rocha Lima, considera 13,7% um patamar alto. “Não é razoável que haja um desenquadramento de vendas e estoques prontos desse tamanho. Isso é danoso para as empresas.” Na sua opinião, o equilíbrio entre oferta e demanda deve ser restabelecido apenas no ano que vem. 

Além das campanhas para vendas de estoques prontos, as incorporadoras estão lançando menos para evitar que mais unidades fiquem encalhadas. Por outro lado, se o ritmo de lançamentos for muito lento vai prejudicar as companhias, porque os investimentos na compra dos terrenos e no desenvolvimento dos projetos já foram feitos.

A diretora geral de atendimento da imobiliária Lopes, Mirella Parpinelle, concorda que o mercado está mais difícil, mas pondera que a situação não é “desesperadora”. No mês passado, a Lopes realizou uma promoção com empreendimentos de 16 incorporadoras e ofertas com até 34% de desconto. “Isso serve para acelerar a decisão de compra dos clientes”, disse Mirella.

(Estadão - Notícias - Seu Imóvel - 12/09/2014)

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Demora de até sete anos para locação faz aluguel comercial despencar

Os empresários Avelino e Fabrício Lana, donos do Boi Vitória, no Bairro Cruzeiro, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, alugaram nessa segunda-feira o imóvel de número 4.374 na Avenida Afonso Pena, no mesmo bairro, para onde o restaurante será transferido até o fim de novembro. O prédio de dois pavimentos (271 metros quadrado cada) que abrigará o novo estabelecimento foi construído num importante ponto comercial da capital, mas o proprietário estava à procura de locatários há sete anos. Dezenas de outros imóveis comerciais erguidos em endereços nobres também enfrentam, há alguns anos, o desafio de serem ocupados.

14 quedas em 15 meses

Resultado: donos de construções cujos inquilinos deixaram os imóveis em razão de reajustes agora reduzem o preço do aluguel. Esse cenário ajuda a entender a última pesquisa da Câmara do Mercado Imobiliário (CMI/Secovi), divulgada em julho. O estudo mostrou que a variação do aluguel de pontos comerciais desacelerou no acumulado dos últimos 12 meses pela sexta vez consecutiva. Nos últimos 15 meses, ocorreram 14 quedas.

Foi a primeira vez, pelo menos desde julho de 2012, que a variação do aluguel num acumulado de 12 meses ficou abaixo do IPCA. “Estamos caminhando para um equilíbrio. A tendência é de estabilidade. (O indicador da CMI/Secovi) deve ficar (nos próximos meses) um pouco acima ou um pouco abaixo da inflação”, acredita Cássia Ximenes, vice-presidente da entidade. A queda forçou donos de imóveis desocupados a reverem os valores pedidos para o aluguel de seus imóveis.

Ganância e prejuízo
É o caso do que ocorre com o antigo local onde funcionou o Rei dos Brinquedos, na Praça Coronel Benjamin Guimarães, mais conhecida como ABC, na esquina das avenidas Afonso Pena e Getúlio Vargas, no Funcionários. “De R$ 20 mil para R$ 15 mil mensais”, informou um corretor da imobiliária contratada pelo dono. O imóvel, um prédio de dois pavimentos (100 metros quadrado), está desocupado desde junho de 2012, quando o Rei dos Brinquedos encerrou as atividades no local em razão do reajuste do aluguel. 

O antigo proprietário da loja desembolsava, à época, R$ 4 mil mensais e enfrentou, durante 17 anos, um processo judicial contra o aumento do valor do contrato. Em sentença, o juiz que analisou a pendência e determinou que a cifra subisse para R$ 9 mil. Sem recurso para manter a atividade no local, o dono entregou o ponto. O imóvel, contudo, ainda não foi ocupado. O mesmo ocorre com outra construção erguida num ponto tradicional da cidade. Trata-se do casarão de dois andares na esquina das ruas Marília de Dirceu e Antônio Aleixo, no Bairro de Lourdes.

Lá funcionou, por 12 anos, o antiquário San Martin. Os sócios da loja pagavam pouco mais de R$ 8 mil de aluguel. Quando o contrato venceu, conta dona Ana, sócia do antiquário, os donos pediram um reajuste para R$ 35 mil. “Ofereci R$ 13 mil e eles não aceitaram.” Ela e o sócio, César Augusto Santana, alugaram outro imóvel no mesmo quarteirão. Já o antigo imóvel, de 500 metros quadrados, está vazio. Os donos agora pedem R$ 20 mil mensais.

Parte da mureta do imóvel é usada por seu José Abreu, um senhor de 90 anos que foi dono, por duas décadas e meia, de antiquário na região. “Fechei a loja há quatro anos porque as vendas não davam para pagar o aluguel, que era de R$ 3,5 mil, e o dono da construção pediu para ser aumentado para R$ 4,5 mil.” O jornal não conseguiu contato com os proprietários do imóvel. Na imobiliária responsável pela construção, não havia corretores disponíveis para comentar o assunto.

Parte do imóvel foi tomada pela poeira, como ocorreu com o número 4.374 na Avenida Afonso Pena, onde Avelino e Fabrício vão montar o Boi Vitória. “A primeira vez que fizemos contato com o proprietário foi há seis anos”, disse Avelino, que informou que não poderia revelar o valor do aluguel.

Excesso de imóveis encalhados

Outro motivo da redução no valor dos aluguéis comerciais se deve ao aumento de oferta de unidades entre julho do exercício passado e o mesmo mês desse ano. O total de lojas de frente ofertadas na Região Centro-Sul da cidade, por exemplo, subiu de 135 unidades para 181 nesse período – alta de 34%.


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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Portal Uol: Construtoras aplicam golpe em quem desiste do imóvel

Contribuição do leitor Célio de Sousa

Depois que foram anunciados os números de clientes que desistem da compra de imóveis comprados na planta, as construtoras se apressaram em encontrar culpados para o problema: desta vez, a culpa é dos bancos.

Segundo as empresas, que viram os distratos crescerem cerca de 30% no último ano, as restrições mais firmes impostas pelos bancos à concessão de crédito têm feito com que compradores não consigam financiar o imóvel e precisem desistir da compra.

Isso geralmente ocorre no momento da entrega, quando o imóvel está pronto para ser habitado. Nesse tipo de negociação o cliente, normalmente, paga diretamente à vendedora cerca de 20% ou 30% do valor do negócio durante a obra. O restante, que é maior parte, é quitado quando a construção é finalizada, por meio de financiamento bancário.

Se o comprador não conseguir a obtenção do crédito no banco, não tem muita saída e em muitos casos, desiste da compra. O cliente precisa devolver o imóvel que sequer chegou a receber (apenas pagou até então) e a construtora deveria lhe devolver os valores que recebeu. Mas não é bem assim que acontece.

É nesse momento, de maior apreensão do comprador, que mais um golpe é aplicado contra ele. Os contratos de promessa de compra e venda de imóveis na planta trazem diversas ilegalidades e armadilhas para os compradores, e uma delas é justamente a parte que trata das rescisões.

Em regra geral, estão nos contratos que o negócio é irrevogável e irretratável – o que é ilegal - e dizem que em caso de inadimplência do comprador, o contrato se desfaz por culpa deste e as empresas reterão entre 70% ou 80% dos valores pagos. Dizem ainda que reterão todo tipo de taxa e despesas e que devolverão o pouco que sobrar em parcelas, o que também é ilegal. Por fim, ameaçam o cliente, afirmando que a falta de pagamento e não aceitação dos termos propostos para desistência do imóvel implicará em medidas administrativas, como protestos e negativação do nome.

Aqui vale uma alerta muito importante: os compradores jamais devem ceder às ameaças e receberem valores que julgarem incorretos. O Tribunal de Justiça de São Paulo tem o assunto sumulado - resolve sempre da mesma forma essas questões -, decidindo que os compradores de imóveis na planta, mesmo inadimplentes, têm o direito de desistir da compra e rescindir o contrato, recebendo de volta os valores pagos corrigidos e em única parcela - podendo as empresas reter entre de 10% a 15% dos valores recebidos a título de verbas de administração.

A diferença é enorme entre a retenção de 70% a 80% pretendida pelas empresas e aquela assegurada pela lei e pela justiça. E por que a situação chega nesse ponto?

Em muitos casos, pela falta de transparência no momento da venda dos imóveis. O cliente visita o stand da empresa e invariavelmente haverá um "sensacional" plano de pagamentos que torna viável a realização do sonho.

Independente do valor do imóvel e de quanto ganha o candidato a comprador, a magia das contas colocadas à sua frente o fazem acreditar que o negócio é possível e não oferece riscos. Convencido das vantagens da compra, pontos importantes são omitidos pelos vendedores, e pouco ou nenhum critério é adotado para avaliar a capacidade financeira do comprador.

Anúncios com parcelas menores do que o aluguel, e a venda sem consulta ao SCPC ou sem comprovação de renda se multiplicam por todos os cantos e induzem os compradores nessa situação a entrarem no problema. Simulações de pagamentos irreais completam o quadro das enganações praticadas.

Importante salientar que durante as obras é possível que não haja restrições a compradores que tenham problema de crédito, pois as parcelas são pagas diretamente à construtora. Esta não corre nenhum risco, pois o imóvel não está pronto nem será entregue sem que a empresa receba 100% do valor total quando o imóvel estiver pronto.

Para que receba a totalidade, é preciso que o cliente obtenha um financiamento imobiliário e isso exigirá que apresente idoneidade financeira, sem restrições cadastrais, bem como renda suficiente para fazer frente aos pagamentos das parcelas.

No momento da venda, um bem treinado vendedor apresenta ao cliente uma simulação irreal, apresentando projeções com valores daquele instante, sem nenhuma projeção. Por exemplo, um imóvel de R$ 300 mil, com R$ 20 mil de entrada e 36 parcelas mensais de R$ 1.000, o saldo a financiar seria de R$ 244 mil, correto? Errado! Isso porque o saldo devedor depois da entrada, R$ 280 mil, é corrigido mensalmente, e sempre sobre o valor total, pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil) cuja média é de 0,7% ao mês. Logo no primeiro mês o débito passa a ser de cerca de R$ 282 mil, e pagando-se R$ 1.000 o débito fica maior do que no início.

Neste exemplo, isso aconteceria durante 36 meses. No momento de financiar o imóvel, o cliente perceberá que pagou para empresa mais de R$ 60 mil e que seu débito a financiar é de mais de R$ 311 mil, ou seja, uma diferença a maior de cerca de R$ 67 mil.

Se no momento da compra a simulação do vendedor não levou em conta essa variação, o salário do cliente não será mais suficiente para que o banco aprove o crédito. Outro ponto a considerar é que o sistema financeiro é todo interrelacionado e empréstimos pessoais, CDC, empréstimos consignados ou carros financiados implicam em diminuição da capacidade financeira e reduzem o valor total que o cliente pode financiar, o que também não é dito na hora da venda.

Por isso, o desejo de vender de muitas empresas se sobrepõe ao dever legal de informar de maneira clara. Por agirem desta forma, provocam um problema futuro absolutamente previsível, que é a devolução dos imóveis comprados na planta.

Culpar terceiros é a forma como as construtoras justificam sua ineficiência ou tentam legitimar as ilegalidades que praticam. Até São Pedro já foi culpado. Excesso de chuvas, falta de mão de obra e dificuldades para compra de materiais estão entre as desculpas. O poder público, excesso de burocracia, demora para obtenção de licenças e alteração legislativas também são muletas que apoiam a incompetência. Agora os bancos. Quem será o próximo culpado?

(Portal Uol - Notícias - Opinião - 09/09/2014)

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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Exame: Matéria fala em deterioração dos fundamentos da construção

Os papéis das empresas do setor de construção ainda vão levar algum tempo para se recuperar na bolsa, refletindo o longo processo de reestruturação das companhias e a deterioração dos fundamentos do setor
Boa parte das incorporadoras está com endividamento alto e lucratividade baixa devido aos erros nos projetos do passado, que só estão ficando prontos agora. Para os próximos meses, o desafio estará, portanto, em reduzir o volume dos estoques e gerar caixa.
A tarefa não será fácil, pois o mercado imobiliário está mais fraco neste ano. Há uma vasta oferta de imóveis e saldões promocionais, o que acirra a competição entre as empresas. Além disso, o ambiente econômico está mais desafiador, com baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e queda na confiança de consumidores, o que tem adiado a decisão de compra de imóveis.
Esse desaquecimento pode ser visto nos dados da última pesquisa FipeZap. O mês de agosto foi o nono consecutivo de queda, que se iniciou em dezembro.
"Ajustes"
"Estamos em meio a um processo de ajuste macroeconômico, com possível piora do nível de emprego e do índice de inadimplência. Podemos esperar mais ajustes, dadas as dificuldades pelas quais o país está passando", avalia Jorge Simino, diretor de Investimentos e Patrimônio da Fundação Cesp. "O setor tende a se recuperar, mas vai demorar, não diria que é para já", completou.
(Revista Exame - Mercados - Notícias - 08/09/2014)
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Folha: Descontos de 40% tornam-se comuns no mercado imobiliário

Construtoras e imobiliárias reduziram o preço de casas e apartamentos na tentativa de impulsionar as vendas no período pós-Copa.

O evento de futebol é apontado como um dos principais motivos para o desempenho negativo das vendas de lançamentos em São Paulo no primeiro semestre. A queda foi de 48% em relação a 2013.

A construtora Esser dá descontos de até 40% em todos os seus empreendimentos. São mais de 500 apartamentos de 1 a 4 dormitórios, localizados na capital e na região metropolitana. Os preços vão de R$ 300 mil a R$ 2 milhões.

"Queremos liquidar quatro ou cinco empreendimentos", diz Fábio Sousa, diretor comercial da Esser.

A Even também ofertará imóveis de 80 empreendimentos em São Paulo e na região metropolitana até 40% mais baratos.

Já a construtora Tecnisa oferece, em seu site, imóveis de 1 a 4 quartos, na capital e na região metropolitana, com descontos de até R$ 60 mil.

A imobiliária Brasil Brokers reduziu em até 10% o valor de 600 unidades em São Paulo. As unidades estão disponíveis no site e custam entre R$ 176 mil e R$ 13 milhões. 

Também em seu site, a imobiliária Lello oferece até 40% de abatimento no valor de contratos de compra e locação de mais de mil imóveis (entre novos e usados) até o próximo dia 30.

(Folha de São Paulo - Imóveis - 07/09/2014)

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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Infomoney: Com vendas em queda, imóveis usados já têm 30% de desconto

E foi dada a largada para desencalhar imóveis usados em São Paulo. Um levantamento elaborado pela imobiliária Lello mostra que proprietários de imóveis prontos para morar na cidade e no Grande ABC estão oferecendo descontos que giram em torno de 30% dos preços originalmente ofertadospara venda e locação.

A corrida é motiva pela queda nas vendas deste tipo de imóvel não só na capital como em todo o estado.

Pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) divulgada neste mês com dados de abril mostra que as vendas de imóveis usados no Estado de São Paulo caíram 7,76% ante março deste ano.

De janeiro a abril, comparado a igual período do ano anterior, o resultado é ainda pior: queda de 17,77% nas vendas e de 26,53% na locação de imóveis usados. “Era previsível que esse mau desempenho se refletisse no preço dos imóveis, como mostra o índice Crecisp, já antecipando um movimento de baixa na economia”, afirma o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto.

Queimão de Estoque
Para ajudar na negociação, a partir desta semana, a Lello realiza uma promoção que reúne 1.000 imóveis residenciais e comerciais com descontos. 

Além do preço reduzido, a imobiliária irá agilizar a aprovação de crédito imobiliário, com simulação e pré-análise, por meio de instituições de crédito parceiras. Os interessados também poderão ter acesso a um cadastro de mais de 17 mil imóveis, residenciais e comerciais, com preços competitivos, mas que não fazem, especificamente, parte desta campanha.

(Infomoney - Imóveis - Notícia - 04/09/2014)

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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Exame: Preço dos imóveis continua em queda, confirma FipeZap

O preço médio anunciado dos imóveis residenciais no país continua perdendo da inflação, e caindo mês a mês.
Os dados fazem parte do Índice FipeZap Ampliado, pesquisado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 20 cidades. O IPCA tomado como referência leva em conta a expectativa de inflação no mês de agosto apurada pelo boletim Focus, do Banco Central.
Os preços das moradias estão perdendo fôlego. No acumulado dos últimos 12 meses até agosto, ocorreu a nona desaceleração consecutiva.
"O ímpeto nos preços está perdendo força. É natural que os ciclos econômicos tenham momentos de euforia seguidos por momentos de calmaria", avaliou Bruno Oliva, economista da Fipe. "Daqui para a frente, acreditamos que os preços vão se acomodar, sem altas nem quedas expressivas."
Segundo Oliva, a disparada nos preços teve seu auge por volta de 2011 e 2012, impulsionada pelas melhoras nas taxas de juros e prazos dos empréstimos imobiliários, além de incremento da renda e do emprego da população.
Já nos anos seguintes, esse cenário se acomodou, e muitos empreendimentos foram concluídos, atendendo boa parte da demanda.
(Revista Exame - Seu Dinheiro - Notícias - 03/09/2014)
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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Denúncia: Caixa oferece desconto para vender imóvel interditado

Moradores de um conjunto habitacional da Caixa em Praia Grande, no litoral paulista, receberam do banco uma proposta de compra antecipada dos imóveis com descontos de até 35%.

Todos os 160 apartamentos, porém, estão interditados por falta de segurança.
 
A reportagem tomou conhecimento desse caso por meio do Folhaleaks, canal criado pelo jornal para receber dados e documentos.

O conjunto Gaivotas tem ferragens expostas, infiltrações, problemas de drenagem e de tratamento de esgoto e "sistema de prevenção e combate a incêndio inoperante".

As informações são da prefeitura, que notificou os moradores em 1º de agosto para desocuparem as unidades.

O condomínio, na periferia da cidade, foi feito pelo PAR (Programa de Arrendamento Residencial). São 160 unidades divididas em dez blocos de quatro andares cada.

Os moradores arrendam os imóveis e têm opção de compra após 15 anos. As parcelas mensais chegam a R$ 251. Os apartamentos, de 46 m², foram avaliados em contratos de 2008 em R$ 31 mil.

O banco diz que pediu a suspensão do aviso de desocupação e que já iniciou uma reforma. A oferta de compra antecipada, segundo a Caixa, faz parte de plano nacional para todos os arrendatários.

Após a entrega das chaves, em 2005, os problemas começaram a aparecer, de acordo com os moradores. Um dos blocos está abandonado e já foi invadido e incendiado por usuários de drogas da região.

Em outro, a diarista Maria Aparecida Leite, 60, teve seu apartamento alagado pelas chuvas em 2008. Devido às enchentes, que inutilizam os apartamentos térreos de três blocos, ela foi transferida para o segundo andar.

No apartamento de Gisleine Aparecida Henrique, 47, os azulejos estão descolados, e as paredes esfarelam por causa das infiltrações. Técnica de planejamento, ela costuma usar as férias para fazer pequenas reformas no local.

Segundo o advogado que representa alguns dos moradores, Emílio Florentino, 25 deles entraram na Justiça contra a Caixa, mas, até agora, a causa não foi julgada.

O banco diz que não soube dos problemas, mas que vai apurá-los. Segundo a Caixa, após reforma, o condomínio poderá adotar, se aprovado em assembleia, a gestão compartilhada, que lhe permitirá escolher a administradora.

(Folha de São Paulo - Cotidiano - 02/09/2014)
 
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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Exame: Brasília, Rio e Belo Horizonte têm queda no preço dos imóveis

De acordo com o levantamento do portal imobiliário VivaReal, que considera imóveis novos e usados, houve queda no preço de venda em Brasília (-3,2 por cento), Rio de Janeiro (-5,2 por cento) e Belo Horizonte (-6,9 por cento).
Segundo o levantamento, o impacto da Copa do Mundo não foi o mesmo entre as cidades pesquisadas. "A incerteza causada pelo evento parece ter segurado a demanda em certos mercados. Em Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o preço de venda subiu no primeiro trimestre, mas teve uma queda significativa no segundo, acumulando no semestre uma diminuição no preço dos imóveis", disse em nota o vice-presidente comercial do portal, Lucas Vargas.
No semestre, houve queda de 2,75 por cento no Rio, assim como em Belo Horizonte (-2,7 por cento) e Brasília (-1,25 por cento).
Queda de 25,7% na locação
Na locação, houve quedas trimestrais Belo Horizonte e São Paulo, com destaque para a capital mineira (-25,7 por cento).

( Revista Exame - Seu Dinheiro - Notícias - 01/09/2014)

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Folha: Desistência na compra de imóveis quase triplica em um ano

Contribuição do leitor Sandro Fernandes

O percentual de contratos de compra de imóveis novos cancelados na cidade de São Paulo em relação às vendas quase triplicou em um ano, o que leva as incorporadoras a reforçar as ações buscando a revenda de unidades.

Os distratos - como são chamados os cancelamentos - representaram em junho 17,9% da média das vendas nos últimos 12 meses. Em junho de 2013, eram 6,7%, segundo o Secovi-SP (sindicato do mercado imobiliário).

A maior parte dos cancelamentos costuma ocorrer quando os imóveis ficam prontos (cerca de três anos após o lançamento na planta), momento no qual o cliente tenta obter o financiamento bancário.

Se ele não consegue, a alternativa é pagar o restante da dívida à vista, se tiver condições, ou cancelar o contrato - o que faz o imóvel voltar para a empresa, que tentará revendê-lo.

Para Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, alguns dos motivos para a alta no total de distratos se referem à perda da capacidade financeira dos compradores, à "pouca qualidade" na análise do crédito e à safra de imóveis com entrega atrasada.

A falta de análise do crédito pode se originar na venda de um imóvel na planta, se no plantão de vendas não é examinada com rigor a renda do comprador. Sem essa análise, não se prevê, por exemplo, a possibilidade de um cliente não ter condição de conseguir financiamento.

No caso de atrasos, a dívida costuma ser corrigida pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), ampliando o valor a ser financiado e dificultando a obtenção de crédito. O INCC tem alta de 7,52% em 12 meses até julho.

Aumentam os cancelamentos e as promoções
Diante do aumento dos distratos, diversas incorporadoras e imobiliárias organizam ações promocionais neste ano, prometendo descontos principalmente para os apartamentos prontos ou em fase final de obra.

Isso porque os empreendimentos já concluídos geram custos para as empresas, que precisam arcar com valores referentes, por exemplo, à taxa de condomínio e ao IPTU.

Baixa no mercado imobiliário
A alta nos cancelamentos ocorre em um momento de baixa no mercado imobiliário paulistano.

As vendas de imóveis novos no primeiro semestre recuaram 48,3% ante o mesmo período de 2013.

Foi o menor volume para um primeiro semestre desde 2004, quando se iniciou a pesquisa do Secovi-SP com a atual metodologia.

Culpa do Carnaval e da Copa (até quando?)
Para representantes do setor, um calendário atípico (com um Carnaval tardio e a Copa) e as incertezas econômicas são razões para os números.

Já os lançamentos caíram 19% no primeiro semestre.

(Folha de São Paulo - Mercado - 29/08/2014)

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Estadão: Em crise, Secovi-SP já prevê mais 25% de queda nas vendas

Contribuição do leitor Célio de Sousa

O cenário de baixo crescimento da economia brasileira afetou o mercado imobiliário, que deve diminuir na comparação com o ano passado, de acordo com novas projeções do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP)

O presidente da entidade, Cláudio Bernardes, informou, em entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que a expectativa é de redução de 25% nas vendas de imóveis residenciais novos e de queda de 20% nos lançamentos de projetos na capital paulista este ano em relação a 2013.

No início do ano, o Secovi-SP afirmou que esperava estabilidade do mercado, com lançamentos e vendas neste ano em quantidade parecida com as do ano passado.

Segundo pesquisa do sindicato, as vendas na capital paulista tiveram queda de 48,3% na comparação com o mesmo período de 2013. Os lançamentos atingiram, entre janeiro e junho, queda de 18,8% diante dos mesmos meses do ano passado. 

Fundo do poço 
"A economia está no fundo do poço", disse Bernardes. Na avaliação do executivo, o volume de negócios menor reflete a deterioração do Produto Interno Bruto (PIB), a baixa velocidade de vendas durante a Copa e a falta de confiança de consumidores e empresários em fechar vendas e lançamentos diante do cenário de incerteza com a proximidade das eleições.

Para os próximos meses, Bernardes acredita que o mercado imobiliário tende a se recuperar, pois o segundo semestre costuma ser melhor para os negócios do que os primeiros meses do ano. "Mas não vai ser uma recuperação suficiente para compensar as quedas acumuladas até aqui no ano", estimou.

Na convenção de empresários do mercado imobiliário, realizada ontem pelo Secovi, o que dominou as discussões foi exatamente a questão política. Cláudio Bernardes anunciou que enviará um documento aos candidatos à Presidência da República com as principais reivindicações e dificuldades do setor que poderiam ser resolvidas no âmbito do governo federal e legislativo.

Bernardes também reclamou da demora nas reformas política e tributária, cuja discussão se arrasta há tempos, na sua avaliação. Do ponto de vista macroeconômico, foi mencionado o baixo crescimento do PIB, a inflação alta e o crescente deficit público. "É preciso voltar a confiar no Brasil", disse.

As críticas também se estenderam à política internacional do governo federal. "É preciso reavaliar a política externa. Não se pode pautar por questões ideológicas", afirmou. Bernardes encerrou sua palestra pedindo respeito aos empresários. "Esse pequeno pedaço da população, muitas vezes chamado de elite no sentido pejorativo, é responsável por geração de empregos e riqueza para o País."

(Estado de São Paulo - Notícias - Geral - 28/08/2014)

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O Globo: Até a Zona Sul do Rio tem redução nos preços dos aluguéis

Seis de nove bairros da Zona Sul registraram queda nos valores de aluguel em julho. Os dados são do Sindicato da Habitação (Secovi-Rio), que monitora mensalmente os valores de metro quadrado para venda e locação em 18 bairros da cidade. O Leblon registrou o maior declínio na região, seguido de Ipanema, Jardim Botânico, Copacabana, Gávea, Flamengo, Recreio do Bandeirantes e Ilha do Governador. 

Na média da cidade, o índice FipeZap já vêm demonstrando que há realmente uma desaceleração nos preços. 

Momento de "ajustes"
"Realmente, estamos vivendo um momento de ajustes nos preços dos aluguéis, em que os proprietários aceitam fazer reduções para fechar o negócio. Até porque há um aumento no número de ofertas que faz com que os imóveis fiquem mais tempo no mercado. E é normal que essa acomodação comece pela Zona Sul, porque foi a região onde os preços dos imóveis subiram mais", explica Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi-Rio, acrescentando que o efeito ainda não chegou em bairros da Zona Norte e no Centro. Essas regiões estão bombando. Já Jacarepaguá é um caso a parte, devido a sua proximidade com a Barra e ao grande número de novos empreendimentos.

(O Globo - Economia - Imóveis - 26/08/2014)

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Exame: Capital baiana tem 7,5 mil imóveis encalhados

Contribuição do leitor Célio de Sousa
As incorporadoras paulistas desembarcaram em Salvador, em 2009, inventando moda e falando bonito, lembra o empresário Luiz Fernando Pessoa, dono da construtora baiana Sertenge.
"Era land bank pra cá, land bank pra lá. E eu não fazia ideia do que era isso", conta. "Só depois descobri que esse é o nome em inglês para banco de terreno."
A agressividade das grandes construtoras na aquisição de áreas na capital baiana foi só o começo de um ciclo que terminou em crise e colocou Salvador como uma das cidades que mais sentiram com o tropeço do mercado imobiliário.
Segundo dados da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), em 2006, foram lançados 2 mil imóveis na capital - número que saltou para 10 mil em 2010.
Empresas como Cyrela, Gafisa, Rossi e PDG fizeram parceria com construtoras locais para explorar o mercado baiano. Uma delas, entre a Cyrela e a Andrade Mendonça, deu origem ao que era, à época, o maior empreendimento residencial em construção no país, com 1.138 apartamentos de alto padrão em 18 torres, na avenida mais movimentada da cidade.
A partir de 2011, porém, o cenário mudou. Antes mesmo de os indicadores econômicos nacionais começarem a se deteriorar, o mercado imobiliário baiano teve problemas.
O plano diretor de Salvador, aprovado em 2008, foi suspenso, gerando insegurança jurídica. Em 2011, o número de unidades lançadas caiu para 7,8 mil e despencou para 2,3 mil no ano seguinte - patamar que se manteve no ano passado.
"Em junho, estávamos com um estoque de 7,5 mil unidades - quase o dobro do que foi registrado em vendas em 2013", diz Luciano Muricy Fontes, presidente da Ademi. Quase todas as grandes empresas abandonaram os projetos em Salvador.
Hipnose coletiva
Aos 67 anos, dono de uma construtora que tem 80% do negócio voltado para a primeira faixa do Minha Casa, Minha Vida (cujo valor do imóvel é 100% subsidiado pelo governo), Pessoa define o que aconteceu em Salvador como uma "hipnose coletiva". "Não entrei nessa, porque sou muito católico e rezo muito. Fui protegido por Deus."
Com receita de R$ 450 milhões em 2013 e 6 mil funcionários, a Sertenge espera a crise passar para voltar a construir imóveis de médio padrão. "Por enquanto, somos filhotes do Minha Casa, e estamos muito bem assim."
(Revista Exame - Economia - Notícias - 25/08/2014)

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Exame: Em crise, construção tem pior geração de empregos da história

A retração do emprego na indústria da construção continuou em julho e o indicador da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que mede a evolução do número de trabalhadores no setor, chegou ao menor patamar da série histórica no mês passado.
Em uma escala de 0 a 100 pontos na qual valores abaixo de 50 pontos representam redução, o índice para emprego na indústria da construção recuou de 45,3 pontos em junho para 44,2 pontos em julho.
De acordo com a Sondagem da Indústria da Construção, divulgada na última sexta-feira, 22, o movimento mostra que a perda de postos de trabalho tem se disseminado por todo o setor.
A queda é verificada em todos os portes de empresas. Entre as grandes companhias de construção, o indicador de emprego caiu de 44,9 pontos para 44 pontos no mês passado, enquanto nas médias a redução foi ainda maior, de 45,5 pontos para 44,1 pontos.
As pequenas firmas de construção ainda apresentam o cenário menos grave, mas mesmo assim registraram uma retração no indicador de 46,1 pontos para 45,1 pontos em julho.
Ainda que a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) tenha se mantido estável em 69% nos últimos dois meses, o nível de atividade na indústria da construção também continuou caindo em julho, com indicador em 44,9 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos.
Pessimismo em alta
O panorama ruim para a indústria da construção em julho reforçou o pessimismo do empresariado para o desempenho do setor nos meses à frente.
Na comparação com o mês passado, a sondagem da CNI mostra que todas as expectativas pioraram significativamente. A expectativa com relação ao emprego, por exemplo, chegou a 48,5 pontos neste mês, ante 49,4 pontos em julho. O mesmo ocorreu com relação às estimativas para a compra insumos e matérias-primas, cujo indicador recuou de 49,4 pontos para 48,2 pontos na mesma comparação.
Se o pessimismo nos dois primeiros indicadores ficou mais evidente, os índices de expectativas para o nível de atividade e para a contratação de novos empreendimentos e serviços deixaram o patamar do otimismo e caíram abaixo da linha divisória dos 50 pontos em agosto.
Na avaliação para o nível de atividade nos meses adiante, o indicador retraiu de 51,2 pontos para 49,6 pontos.
(Revista Exame - Economia - Notícias - 22/08/2014)

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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Exame: Quedas consecutivas fazem investidores desistirem de imóveis

Contribuição do leitor Célio de Sousa
A tendência de desaceleração do preço dos imóveis, que se confirmou pela oitava vez consecutiva em julho, segundo o Índice FipeZap, está mudando o comportamento dos compradores
Pesquisa elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com o portal Zap, revela que a menor valorização acumulada em 12 meses até julho deste ano - a menor desde 2011 - está desestimulando as compras realizadas por motivo de investimento.
O estudo "Raio X do comprador de imóveis" mostra que as intenções de investimento em imóveis caíram de 48% no primeiro trimestre, para 34% no segundo trimestre, o menor porcentual desde o início de 2013, quando a pesquisa começou a ser realizada.
"Verificamos que essa intenção de investimento vem diminuindo. Ainda não é preocupante, mas é reflexo do aumento da taxa de juros e da incerteza em relação ao cenário macroeconômico", explica o coordenador do Índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn.
O economista avalia que a tendência de desaceleração do aumento do preço dos imóveis e a redução do apetite do investidor devem continuar nos próximos meses.
(Revista Exame - Seu Dinheiro - Notícias - 21/08/2014)

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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Folha: Venda de imóveis é a pior para um 1º semestre desde 2004

O mercado imobiliário paulistano apresentou as vendas mais baixas para um primeiro semestre de toda a série histórica medida pelo Secovi-SP (sindicato do mercado imobiliário), que começou em 2004 com a atual metodologia.

A comercialização de imóveis novos na capital paulista atingiu 9.054 unidades nos primeiros seis meses do ano, o que representa um recuo de 48,3% sobre a venda de 17.500 imóveis de janeiro a junho de 2013.

Mais do mesmo
Para o setor, entre os motivos desses números, estão um calendário atípico, com o Carnaval tardio (que levaria a um adiamento dos lançamentos), a Copa do Mundo (que começou em 12 de junho, mas teria tirado a atenção dos compradores antes) e as incertezas econômicas.

No último caso, o comprador, estaria menos propenso a fechar a compra de imóveis, demonstrando preocupação com o desemprego.

"O que nós percebemos é que a visitação nos estandes não diminuiu tanto quanto as vendas. A incerteza eleitoral ou a dúvida se a pessoa vai ter o emprego ou não fazem com ela adie um pouco essa compra", diz Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP (sindicato do mercado imobiliário).

Bernardes acrescenta que muitas empresas adiaram os lançamentos para o segundo semestre, "o que diminuiu a gama de produtos ofertados e pode ter tido esse efeito colateral [da queda nas vendas]." O volume de lançamentos caiu 18,8%.

(Folha de São Paulo - Imóveis - 20/08/2014)


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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Portal G1: Venda de imóveis despenca 72,3% em junho, diz Secovi

No mês em que teve início a Copa do Mundo no Brasil, as vendas de imóveis novos residenciais registraram queda de 72,3% na cidade de São Paulo, em relação a junho do ano anterior. Os dados são do Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Em relação a maio deste ano, a queda foi de 48,5%.

Copa, a eterna culpada
"A Copa do Mundo interferiu nos resultados do mercado imobiliário, e os principais efeitos recaíram sobre a cidade de São Paulo, que registrou o pior mês de junho dos últimos cinco anos em termos de vendas. 

Lançamentos em queda
Segundo a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), os lançamentos na capital tiveram uma queda de 32,5% frente a junho de 2013. Já em relação a maio, a queda foi de 10%.

Queda de 48,3%
As vendas nos seis primeiros meses do ano tiveram uma queda de 48,3% sobre o período de janeiro a junho de 2013. No período, as empresas de incorporação lançaram 18,8% menos do que nos seis primeiros meses de 2013.

(Portal G1 - Economia - Notícias -20/08/2014)

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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Estadão: Em meio a saldões imobiliários, setor nega desespero

Quase lado a lado, duas das maiores imobiliárias do País iniciaram a temporada de saldões no mercado imobiliário. No dia 9, corretores da Lopes e da Brasil Brokers disputavam os potenciais clientes que passavam pelas ruas dos Jardins, amontoando-se nas calçadas do bairro munidos de panfletos e bandeiras promocionais.

No último fim de semana, ao menos sete incorporadoras realizaram ações de desconto (mais informações na tabela abaixo), e outra marcou o início de um evento a partir do dia 28. Esse movimento do mercado não é necessariamente um sinônimo de desespero das empresas, na avaliação de profissionais do setor.

Desespero, só em "alguns casos"
“Em alguns casos, a incorporadora está sim enforcada, não realizou o negócio, e precisa vender de qualquer maneira. Em outros, ela realizou o seu negócio, tem um número pequeno de imóveis remanescentes e dá desconto para arrematar o estoque”, diz o coordenador do curso de pós-graduação em Negócios Imobiliários da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), Ricardo Gonçalves
(Estado de São Paulo - Radar Imobiliário - 16/08/2014)

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